Um
Verdadeiro Revolucionário Socializa seu conhecimento a todo o povo,
faz da sua prática uma constante luta para organizar a classe
trabalhadora e libertá-la do julgo do Capital! Sua Tarefa é
denunciar as contradições das Instituições. Não se rende ao
mercado nem ao menos com o direito a propriedade intelectual.
Um
Verdadeiro Revolucionário tem consciência que tudo que ele produz é
fruto da História da Humanidade. Assim como a Terra e a Natureza é
um bem de todos que ninguém tem o direito a destruir para lucrar. Todo o conhecimento do conjunto de todos os povos, a cultura de cada
uma das civilizações ou tribos são um patrimônio de todos e como
tal deve ser respeitado e dividido com toda a humanidade de forma a
favorecer a igualdade e a liberdade autentica, não a liberdade do
mercado! Nenhum Conhecimento é fruto de um indivíduo ou
grupo. Só existe como um processo de toda a humanidade e deve
prestar conta a este patrimônio publico pertencente a toda a
coletividade. Qualquer privatização dos bens comuns, principalmente
os culturais e científicos é um roubo assim como a escravização e
a dominação do homem pelo homem é um assassinato! Por isto é
absurdo que uma empresa que compra uma determinada pesquisa e
privatiza uma característica de uma planta transgênica o que ela faz é roubar milênios de seleção genética e o trabalho de milhões de agricultores de milhares de povos e civilizações. São eles que deveriam
de pagar royalties a toda a humanidade. Quem usa seu poder quer
bélico ou intelectual para galgar cargos, propriedades ou
privilégios sempre estará a serviço de oprimir os trabalhadores do
campo ou da cidade! Seu papel na sociedade é de um lacaio da
Burguesia. Um opressor a serviço da Classe Dominante. Um maldito
segregador e usurpador!
17a
Conferencia de Saúde e na 3a
Conferencia de Saúde mental
São
Paulo – Capital,
5 de OUTUBRO de 2013
A
17a
Conferencia de Saúde e a 3a
Conferencia de Saúde mental repudiam qualquer tentativa de retiradas
dos direitos Previdenciários quer por aposentadoria especial ou por
invalidez e de Assistência da LOAS dos benefícios concedidos ou a
modificação da forma como estes benefícios são concedidos, a não
ser que estas modificações venham a facilitar sua concessão.
Recomendamos
que qualquer pessoa que tenha estes benefícios não participe de
programas de geração de renda, mesmo sob aforma de Cooperativas
Sociais nos CECCOS e CAPS e nem ao menos se inscreva em programas do
Ministério do Trabalho sob pena de perder estes benefícios.
Qualquer programa apresentado para quem possui beneficio quer na
esfera Federal, Estadual ou Municipal por parte do poder Executivo
deve esclarecer a possibilidade da perda deste beneficio.
Recomendamos ao legislativo a regulamentação da lei do
Cooperativismo Social com base nos Princípios do Cooperativismo
Autentico e Autogestionário e a criação de um fundo onde os
recursos gerados por pessoas que tem benefícios Previdenciários ou
da LOAS depositem a totalidade de seus ganhos. Desta forma não
ficaria caracterizado um ganho extra e a consequente perda do
beneficio. Quando os ganhos de seu trabalho forem estáveis e quando
a pessoa que recebe o beneficio estiver apta a abrir mão deste, seja
por condições sociais ou de saúde, ela optará por receber seus
proventos por meio de seu trabalho. Nesta oportunidade poderá
receber 50% dos recursos depositados no fundo, a título de
incentivo, e os demais 50% ficariam depositados na mesma poupança
como seguro e resgatado se condições sociais ou de saúde
regredirem ou ainda se a situação financeira de seu trabalho não
atingir o mínimo que o beneficio anteriormente lhe provinha!
'Um jovem que não protesta não me agrada',
diz Papa Francisco em entrevista
Pontífice disse que gosta de estar junto ao povo e não teme
contato com as multidões
O Dia
Rio - O Papa Francisco disse, em entrevista ao "Fantástico", neste domingo à
noite, que não conhece as razões que levaram os brasileiros às ruas, mas que
gosta de ver a juventude protestando. O Pontífice encerrou neste domingo sua
visita de sete dias ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude.
“Com toda a franqueza lhe digo: não sei bem por que os jovens estão
protestando. Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto: um jovem que não protesta
não me agrada. Porque o jovem tem a ilusão da utopia, e a utopia não é sempre
ruim. A utopia é respirar e olhar adiante. O jovem é mais espontâneo, não tem
tanta experiência de vida, é verdade. Mas às vezes a experiência nos freia. E
ele tem mais energia para defender suas ideias. O jovem é essencialmente um
inconformista. E isso é muito lindo! É preciso ouvir os jovens, dar-lhes lugares
para se expressar, e cuidar para que não sejam manipulados”, afirmou.
Papa desembarca em Roma
Foto:
Reuters
O pontífice também comentou os desafios da Igreja Católica para
atrair fiéis, a redução de católicos e o crescimento de evangélicos no
Brasil.
“Pra mim é fundamental a proximidade da Igreja. Porque a Igreja é mãe, e nem
você nem eu conhecemos uma mãe por correspondência. A mãe... dá carinho, toca,
beija, ama. Quando a Igreja, ocupada com mil coisas, se descuida dessa
proximidade, se descuida disso e só se comunica com documentos, é como uma mãe
que se comunica com seu filho por carta. Não sei se foi isso o que aconteceu no
Brasil. Não sei, mas sei que em alguns lugares da Argentina que conheço isso
aconteceu.”
Francisco disse não temer o contato com as multidões. Em vários momentos de
sua passagem pelo Brasil ele abriu mão de carros fechados para estar mais perto
das pessoas.
"Eu não tenho medo. Sou inconsciente, não tenho medo, sei que ninguém morre
na véspera. Quando for a minha vez, que Deus permita, assim será. Antes de
viajar, fui ver o papamóvel e ele estava com vidros. Se você quer fazer amigos,
se comunicar, vai visitá-los em uma caixa de vidro. Não dá pra visitar um povo
com esse grande coração em uma caixa de vidro. Ou tudo ou nada, ou faz a viagem
como tem que ser, com comunicação humana, ou não se faz."